Olimpíadas

Os Jogos Olímpicos de Tóquio, em 1964, marcaram para sempre a história do voleibol. Cada vez mais consolidado como uma modalidade de apelo mundial, o esporte foi elevado ao nível olímpico. De lá para cá, se tornou um dos mais populares das Olimpíadas de Verão.

Nas primeiras edições, as competições eram regidas por um formato onde todas as seleções se enfrentavam, e o pódio era constituído com os maiores vencedores. A partir dos Jogos de 1972, em Munique, na Alemanha, foi implantado o sistema de formato olímpico, dividido em duas fases e com a definição dos medalhistas em quartas de final, semifinal e final.

Atualmente, 12 seleções podem participar do torneio olímpico de voleibol, entre equipes masculinas e femininas. Isso significa que as Olimpíadas contam com a participação das principais escolas do voleibol mundial, reunindo a “nata” da modalidade.

A União Soviética foi vitoriosa nos Jogos Olímpicos de Tóquio 1964 no masculino, enquanto o país-sede Japão foi o vencedor entre as mulheres. Até hoje, a extinta URSS lidera o quadro geral de medalhas do voleibol, com 12 no total (sete ouros, quatro pratas e um bronze.

O Brasil figura na segunda colocação, com nove medalhas (quatro ouros, três pratas e dois bronzes). A seleção brasileira, aliás, é bicampeã no torneio olímpico feminino e busca o tri nos Jogos do Rio 2016. Já a Rússia ficou com a medalha de ouro masculina em Londres 2012, e desembarca no Rio de Janeiro sob o status de atual campeã.

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