Superliga Masculina

  • Crédito: Renato Araújo/Sada Cruzeiro

    Sada Cruzeiro tenta levar seus jogos à torcida, mas não consegue.

Clubes querem jogos na internet

Movimento pede que CBV permita explorar transmissões por streaming, para aumentar audiência
Por: Redação - 12/02/2017 16:49:31

Um movimento liderado pelo Sada Cruzeiro coloca pressão sobre a CBV. Os clubes que disputam as Superligas masculina e feminina reivindicam que a confederação crie um canal para transmissões do campeonato na internet ou permita que os clubes disponibilizem jogos ao vivo para seus torcedores, através das redes sociais. A alegação é que a Superliga ficou confinada aos canais pagos, e que poucos jogos são transmitidos.

A CBV alega que não proíbe as transmissões, desde que os clubes arquem com os custos e dentro dos padrões estabelecidos: imagem em HD, uso da logomarca da CBV, sem narração e placas de publicidade, além de streaming apenas dentro do site da CBV ou nas redes sociais da confederação. “As exigências são tão absurdas que nenhuma equipe, até o momento, conseguiu fazer a transmissão no padrão exigido pela confederação”, disse Flávio Pereira, diretor esportivo do Sada Cruzeiro, ao blog Saída de Rede.

No 1º turno da Superliga, em novembro de 2016, o Sada Cruzeiro fez uma transmissão em sua conta no Facebook, do jogo contra Lebes Gedore Canoas, e obteve 33 mil visualizações. No entanto, foi advertido pela CBV de que sofreria sanções contratuais se continuasse com a ação. Essa deverá ser uma reivindicação dos clubes para a Superliga 2017/2018. Ele se apegam em modelos adotados pela própria FIVB, que transmite suas competições pela internet, além de ligas de outros países, como a italiana, que libera a transmissão em internet para os clubes.

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