Superliga Feminina

  • Crédito: FIVB

    Boa parte das jogadoras que movem a ação já esteve na seleção.

CBV tem 10 dias para se explicar

Justiça cobra posicionamento da confederação, que tentava lavar as mãos na definição do novo ranking
Por: Redação - 13/04/2017 13:49:52
4.404 visualizações

A Justiça do Rio, onde tramita a ação movida por atletas contra os novos critérios do ranking para a Superliga feminina, determinou que a CBV (Confederação Brasileira de Voleibol) tem 10 dias para se explicar sobre as mudanças.

Até então, a CBV procurava lavar as mãos, afirmando que apenas ratificou a decisão dos clubes. A ação é movida pelas atletas Thaisa, Fabiana, Sheilla, Dani Lins, Jaqueline, Natália, Gabi e Fernanda Garay.

Os novos critérios restringem essas atletas às imposições do ranking, o que poderá obrigá-las a aceitar propostas financeiras menos interessantes se quiserem continuar atuando na Superliga. Outra opção é ir jogar no exterior.

Somente essas atletas têm sete pontos e cada equipe só pode contratar duas delas. As jogadoras avaliam que algumas, que inclusive compõem a seleção brasileira, podem ficar sem atuar na temporada 2017/2018 da Superliga.

O ranking que prevaleceu até a temporada atual perdurava há 20 anos. O objetivo era equalizar as forças das equipes, impedindo as melhores jogadoras de se concentrarem em poucos times. Na prática, isso não ocorreu.

Compartilhe



Veja também...

    Deixe um comentário

    Seu e-mail não será publicado. Campos Obrigatórios *

    Publicidade
    Publicidade
    Publicidade