Superliga Feminina

  • Crédito: CBV

    Bloqueio triplo do Rexona-Ades sobre o Vôlei Nestlé.
  • Crédito: CBV

    Atual campeã, equipe carioca entrou com sangue nos olhos e fez valer seu mando de quadra.

Em busca do 11º título nacional

Rexona-Ades supera tradicional rival e vai à final da Superliga feminina
Por: Rafael Nascimento - 28/03/2016 20:12:43
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Decacampeão brasileiro, o Rexona-Ades terá a chance de ampliar sua galeria de conquistas e o domínio no voleibol brasileiro. Atuando em casa, a equipe comandada pelo técnico Bernardinho se impôs e dominou o tradicional Vôlei Nestlé, vencendo por 3 sets a 0 (25/20, 25/23 e 25/16) para fechar a série pela semifinal em 2x1 e carimbar vaga na decisão da Superliga feminina de vôlei. O adversário da equipe carioca sai da disputa entre os times mineiros Dentil/Praia Clube e Camponesa/Minas. A partida que encerra a temporada 2015/16 da principal competição da modalidade do país acontece no próximo domingo, em Brasília (DF).

No primeiro duelo decisivo pelos playoffs, o Vôlei Nestlé levou a melhor em 3 sets a 2 (25/22, 14/25, 26/24), 19/25 e 15/10. Já no segundo duelo entre duas das principais forças do voleibol feminino brasileiro, brilhou a estrela do Rexona-Ades, que em noite inspirada da levantadora Roberta e da ponteira Natália venceu por 3 sets a 1 (21/25, 25/22, 25/23 e 25/16) e empatou a série.

O terceiro embate aconteceria no ginásio do Tijuca Tênis Clube, no Rio de Janeiro, e a equipe de Osasco logo abriu vantagem de 5/2 em um rally espetacular, em um bloqueio de Carcaces sobre Monique. Com sete pontos consecutivos, as donas da casa reverteram o panorama inicial a seu favor e anotaram 13/10. O Rexona-Ades seguiu com o saque em dia e fechou o primeiro set em 25/20.

Assim como no set anterior, o Vôlei Nestlé abriu 4/0 logo nos primeiros minutos do segundo set, obrigando o técnico da seleção brasileira masculina, Bernardinho, a parar o jogo e corrigir o posicionamento da equipe carioca. A tática se mostrou eficaz, e o Rio de Janeiro retomou o controle das ações. As estrangeiras Carcaces e Lise van Hecke cresceram de produção na reta final da etapa, mas o Osasco não conseguiu recepcionar o saque de Monique, que alcançou 25/23.

Sem alternativas, o Vôlei Nestlé precisava vencer o terceiro set para iniciar uma reação e se manter vivo na competição. Mas não conseguiu. Com a recepção deixando a desejar, a equipe paulista viu a carioca abrir 19/11 e fechar o derradeiro set em 25/16 em uma bola despretensiosa de Carol do fundo de quadra, e o jogo em 3 sets a 0.

"Essa semifinal teve uma cara de final, mas a gente sabe que o melhor ainda estar por vir. É a minha primeira decisão como titular, estou muito feliz. Agora é abaixar a adrenalina e focar no próximo jogo, quero muito esse título", disse a oposto Monique, eleita a melhor jogadora da partida.

"Nosso time mostrou maturidade e coletividade, isso me dá orgulho e força para querer continuar no voleibol, que eu tanto amo. Parabens ao time que jogou junto, saiu de uma pressao muito grande e fizeram valer essa série até o fim. Vamos curtir essa vitória e ficar de olho do outro lado da chave. Independentemente de quem vier do outro lado será outro jogo duríssimo", analisou a líbero Fabi.

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