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  • Crédito: Marcos Oliveira/CBV

    Luiz Sallim Emed (2º da esq. para a dir.): com Areninha, Atlético-PR pode pensar em time de vôlei.

Atlético-PR não descarta
montar time de vôlei

Presidente Luiz Sallim Emed avalia que Liga Mundial abrirá portas para investir na modalidade
Por: Altair Santos e João Teixeira, de Curitiba - 09/03/2017 18:35:28

O recente envolvimento do Atlético-PR com o voleibol, cedendo seu estádio para a fase final da Liga Mundial, levou à pergunta sobre a possibilidade de o clube lançar um time de voleibol, como o Cruzeiro já faz com o Sada Cruzeiro. O presidente atleticano, Luiz Sallim Emed, não descartou a hipótese, apesar de admitir que não há nenhum projeto na mesa, por enquanto.

Segundo ele, a fase final da Liga Mundial em Curitiba vai estimular o voleibol na cidade. “Esse evento, sem dúvida, vai trazer incentivos para o voleibol. Com isso, o Atlético pode ter a oportunidade de viabilizar o projeto da Areninha (ginásio de esportes anexo à Arena da Baixada). Daí sim, quem sabe ter um time de voleibol. Mas os outros clubes de Curitiba também podem ser estimulados a ter times de voleibol”, disse.

Representantes do poder público de Curitiba e do governo do Paraná asseguraram que já estão em andamento políticas de incentivo que permitam ressurgir em Curitiba um clube de ponta, capaz de disputar a elite do voleibol nacional. Atualmente, no Estado, apenas o interior tem projetos ligados ao voleibol masculino. Em Maringá, tem o Copel Telecom Maringá, que se manteve na Superliga para a temporada 2017/2018, e o Caramuru Castro, que vai disputar o “torneio da morte” do campeonato.

No feminino, Clube Curitibano e São José dos Pinhais estão na fase de mata-mata da Superliga B. “O vôlei passou a ser o segundo esporte nacional. Esse evento (decisão da Liga Mundial) vai ultrapassar os nossos limites e ser assistido no mundo todo. Temos que trabalhar e ser referência no esporte. Vamos ter a competência e a criatividade de harmonizar futebol e vôlei", completou Luiz Sallim Emedv.

Para Giba, que é paranaense de Londrina, material humano não falta para o voleibol de Curitiba reacender. "Em 2007, dos 12 atletas que estavam no mundial juvenil, 11 eram nascidos aqui no Paraná, mas nenhum jogava no estado", alertou. 

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