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  • Crédito: Divulgação/CBV

    Jovem grupo do Brasil tem a missão de perpetuar a tradição do voleibol nacional.

Adversários conhecidos no Sul-Americano

Futuro do voleibol nacional, seleção sub-23 estreia contra o Peru no próximo dia 22
Por: Redação - 16/06/2016 11:07:13

A seleção brasileira sub-23 masculina de vôlei já conhece os adversários da primeira fase do Campeonato Sul-Americano da categoria, que acontece entre os dias 21 e 25 de junho, em Cartagena, na Colômbia. Dirigido pelo técnico Maurício Motta Paes, o Brasil estreará contra o Peru no segundo dia de competição, dia 22, e enfrentará o Chile no dia seguinte. As três seleções integram o Grupo A. No B estão Colômbia, Argentina e Equador. Considerada o futuro do voleibol nacional, a seleção sub-23 é o último estágio antes da seleção masculina adulta.

Se o Brasil conseguir duas vitórias e classificar em primeiro da chave, jogará contra o segundo colocado no grupo B no dia 24. E, se vencer, estará na grande decisão. A equipe fez uma longa preparação no Centro de Desenvolvimento de Voleibol, em Saquarema (RJ), e o treinador está satisfeito.

"O grupo está fantástico, muito focado no que tem que fazer, com muita atenção, no gás o tempo todo. Sentimos que eles estão abraçando objetivo que é, sim, brigar pelo título em Cartagena. O comprometimento dos garotos está enorme, todos estão se dedicando bastante e vamos ter uma boa equipe no Sul-Americano", afirmou o comandante brasileiro.

O técnico ainda destacou o fato da seleção sub-23 contar com três atletas ainda da categoria sub-21, o que demonstra que o vôlei brasileiro vem apresentando novos talentos que já estão sendo trabalhados.

"Temos três jogadores mais jovens, que são da sub-21 ainda, o Bernardo, levantador, o Caio, que é ponteiro, e o Alexandre, líbero. A perspectiva é interessante porque essa é uma seleção que passa por esta categoria e entra no projeto pós-Olimpíada, para continuar a ser trabalhada", comentou Maurício.

Assistente técnico da seleção sub-23, Leonardo Carvalho revela já ter trabalhado com toda a base deste grupo nas categorias menores. "Já trabalhei com quase todos que estão aqui, menos os sub-21, que ano passado estavam com o Percy Oncken, e sabemos que os garotos têm muito prazer de estar aqui na seleção. Essa foi a primeira geração que teve uma seleção sub-17, infantil, em 2011, e eles realmente gostam muito de representar o nosso país. Isso faz bem a qualquer seleção", disse Leonardo.

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