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  • Crédito: Getty Images Sport

    Arena da Baixada poderá receber amistoso da seleção brasileira de voleibol ainda este mês.

Seleção na Arena da Baixada

Amistoso seria para despedida de Serginho e arrecadar premiação pelo ouro na Rio 2016
Por: Redação - 25/08/2016 14:45:58

O Brasil poderá ter o seu segundo jogo da seleção brasileira masculina de voleibol, na história, em um estádio de futebol. O primeiro ocorreu no dia 26 de julho de 1983, em um amistoso entre o Brasil e a antiga União Soviética no estádio do Maracanã. O público deste jogo é até hoje o recorde para um esporte Olímpico, senão o futebol, seja a céu aberto ou no interior de ginásios poliesportivos: 95.887 pagantes.

A seleção brasileira de vôlei, medalha de ouro na Olimpíada do Rio, está muito próxima de fazer um jogo festivo na Arena da Baixada, em Curitiba. O encontro pode marcar a despedida do líbero Serginho, paranaense de Diamante do Norte, do time nacional.

Será a primeira apresentação do time de ouro após a conquista do título olímpico no último dia 20, no ginásio do Maracanãzinho. A partida na Arena deve ser realizada no primeiro ou segundo final de semana de setembro, estima o vice-presidente da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) e presidente da Federação Paranaense, Neuri Barbieri.

“Entre a CBV e o Atlético está tudo certo. Falta apenas acertamos a seleção que vai enfrentar o Brasil. Estamos pensando na Sérvia ou em uma seleção mundial. De todo modo, um grande time para enfrentar os campeões olímpicos”, afirma o dirigente.

A pressa em realizar o confronto tem dois motivos. O primeiro é fazer caixa para pagar a premiação pela conquista olímpica aos atletas. A CBV não confirma o valor acordado com o time comandado por Bernadinho, mas a estimativa é de que o prêmio seja de R$ 6 milhões e a quantia não estava prevista no contrato de patrocínio com o Banco do Brasil.

A escolha da Arena é um desejo da Confederação de longa data, destaca Barbieri, desde que o atual presidente da entidade, Walter Pitombo Larangeira, conheceu o presidente do Atlético, Mário Celso Petraglia, em 2014, na Copa do Mundo.

“Vinham conversando desde então. Mas precisávamos de um jogo de grande apelo para lotar esse estádio, que tem as condições ideais para um grande espetáculo”, afirmou Barbieri. Pesam a favor do estádio o fato de ser coberto e o gramado ser sintético, facilitando a montagem de um piso e diminuindo o estrago causado pela estrutura. Sem contar o sucesso de outros eventos, como o UFC 198, em maio deste ano.

Os jogos amistosos da seleção feminina de vôlei contra a República Domenicana, preparatórios para o Grand Prix, que foram realizados em São José dos Pinhais em maio, também poderiam ter ocorrido na casa do Atlético, mas a avaliação à época é que não havia apelo para um jogo sem importância para um palco grandioso.

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